Bebê de dois anos fuma 40 cigarros por dia



Com apenas dois anos de idade, Ardi Rizal fuma dois maços de cigarro por dia. O garoto da Sumatra, Indonésia, adquiriu o hábito quando seu pai lhe deu o primeiro cigarro, quando ele tinha 18 meses.



Gordo e cansado, Ardi não brinca com as outras crianças da sua idade, só fica enchendo os pulmões de fumaça. Depois que seu pai deu o primeiro cigarro, o vício não parou. E seu pai, um pescador de 30 anos, não vê problema nisso. Chegaram a oferecer um carro para a família se fizerem o garoto parar, mas o paizão diz que Ardi “parece muito saudável”.



Provavelmente ele vai se incomodar quando perceber que o gasto diário com os 40 cigarros do filho chega a R$ 10, em um lugar em que o salário mínimo é de R$ 182 por mês.



O vício já é tão grande que Ardi chora, esperneia e chega a bater a cabeça gorda na parede exigindo o tabaco. Provavelmente o câncer, enfisema pulmonar e outras complicações também vão ser precoces. Melhor deixar o moleque batendo cabeça na parede até aprender ou deixar fumar até morrer?






Fontes:





Recorde no Guinness Book, mulher mais tatuada do mundo exibe seu corpo





Com 95% do corpo coberto por tatuagens, a americana Julia Gnuse, de 55 anos, entrou para o Guinness Book, o Livro dos Recordes, como a mulher mais tatuada do mundo. Em uma sessão de fotos realizada em Nova York na quarta-feira (26) para divulgar a edição 2011 do livro, Gnuse, que também é conhecida como "A Dama Ilustrada", mostrou partes de seu corpo e explicou que começou a fazer tatuagens para esconder um problema de pele.




(Foto: Getty Images)



"Eu fiz isso para cobrir minhas cicatrizes. Elas ficaram profundas com as queimaduras de terceiro grau", disse ela, que sofre desde os 35 anos de uma doença chamada porfiria, uma reação da pele à luz solar.



"Um amigo cirurgião plástico sugeriu que tatuasse minha pele da mesma cor para esconder as marcas. Nós tentamos, mas não deu certo. Foi muito difícil encontrar uma cor correspondente a minha pálida pele. Foi quando tive a ideia de fazer uma tatuagem colorida. Aí eu fiquei viciada", explica.





(Foto: Getty Images)



As primeiras artes foram feitas na perna. Pouco tempo depois, ela já tinha barriga, braços e costas tatuadas. E a brincadeira continuou até completar o rosto, nádegas e partes íntimas...




Desde os 35, a americana sofre de uma doença na pele chamada porfiria
 (Foto: Divulgação/Guinness World Records)



Fonte:


Erro da RBR garante vitória a Hamilton


 
Vettel bate em Webber e Hamilton herda vitória

Button completa dobradinha da McLaren e Massa é o sétimo




LANCEPRESS!

O inglês Lewis Hamilton quebrou um jejum de nove corridas sem vitórias e venceu neste domingo o Grande Prêmio da Turquia. O piloto da McLaren assumiu a ponta após um choque entre os pilotos da Red Bull, Mark Webber e Sebastian Vettel, que brigavam pelo primeiro lugar, e ainda resistiu a um ataque do companheiro de equipe Jenson Button para vencer. Apesar de ter perdido a vitória e ter caído para terceiro no fim, Webber manteve a liderança do campeonato, com 93 pontos, cinco à frente de Button, com Hamilton em terceiro, nove pontos atrás do australiano.

Completaram a zona de pontuação, do quarto ao décimo lugar, Michael Schumacher (Mercedes), Nico Rosberg (Mercedes), Robert Kubica (Renault), Felipe Massa (Ferrari), Fernando Alonso (Ferrari), Adrian Sutil (Force India) e Kamui Kobayashi (Sauber). Em relação aos demais brasileiros, Rubens Barrichello, da Williams, foi o 14º, Lucas di Grassi, da Virgin, acabou em 19º, e Bruno Senna, da Hispania, abandonou.


A CORRIDA

Webber largou bem da pole position e Vettel ultrapassou Hamilton para tomar a segunda posição. Entretanto, ainda na primeira volta, o inglês recuperou o segundo lugar. Da mesma forma, Schumacher largou melhor do que Button, mas perdeu o quarto lugar ainda no primeiro giro. Enquanto isso, Massa mantinha o oitavo lugar e Alonso perdia uma posição e caía para 13º.



Na frente, Hamilton pressionava Webber o tempo todo, mas não conseguia a ultrapassagem, e era seguido de perto por Button. Com um forte ritmo, os quatro abriam muito de um pelotão que tinha Schumacher, Rosberg, Kubica, Massa e Petrov. Nas paradas de box, Hamilton perdeu o segundo lugar para Vettel, enquanto Alonso subiu para décimo, ficando colado em Petrov.



O grupo dos quatro primeiros seguiu colado, até que a corrida mudou num piscar de olhos, na 40ª volta. Vettel partiu para cima de Webber, que tentou resistir, mas manteve a sua trajetória e inexplicavelmente foi atingido pelo alemão, que deu uma virada de direção para a direita no retão.



Após o polêmico toque, Vettel abandonou e fez gestos para as câmeras chamando Webber de louco. O australiano acabou perdendo posições para Hamilton e Button, e ainda foi obrigado a fazer um pit stop extra para trocar a asa dianteira.



Logo depois, começou uma chuva leve, que não foi suficiente para deixar a pista muito molhada. Em seguida, na 49ª volta, outra disputa entre companheiros de equipe, mas agora na McLaren: Button fez a ultrapassagem sobre Hamilton no complexo de curvas antes dos boxes, mas acabou levando o troco no fim da reta principal.



Outra disputa quente na corrida foi pela oitava posição, entre Petrov e Alonso. A três voltas da bandeirada, o espanhol partiu para o ataque e ultrapassou o russo após um toque entre os carros - Petrov teve um pneu furado e saiu da zona de pontuação.



Depois disso, a corrida ficou mais calma e, após incidentes pedidos da McLaren para que "poupassem combustível", Hamilton e Button levaram seus carros até a linha de chegada em segurança.
A próxima corrida será daqui a duas semanas, no Canadá.



RESULTADO FINAL DO GRANDE PRÊMIO DA TURQUIA



1º - Lewis Hamilton (ING) McLaren-Mercedes - 1h28m47s620

2º - Jenson Button (ING) McLaren-Mercedes - a 2s645

3º - Mark Webber (AUS) Red Bull-Renault - a 24s285

4º - Michael Schumacher (ALE) Mercedes - a 31s110

5º - Nico Rosberg (ALE) Mercedes - a 32s266

6º - Robert Kubica (POL) Renault - a 32s284

7º - Felipe Massa (BRA) Ferrari - a 36s635

8º - Fernando Alonso (ESP) Ferrari - a 46s544

9º - Adrian Sutil (ALE) Force India-Mercedes - a 49s029

10º - Kamui Kobayashi (JAP) Sauber-Ferrari - a 1m05s650

11º - Pedro de la Rosa (ESP) Sauber-Ferrari - a 1m05s944

12º - Jaime Alguersuari (ESP) Toro Rosso-Ferrari - a 1m07s800

13º - Vitantonio Liuzzi (ITA) Force India-Mercedes - a uma volta

14º - Rubens Barrichello (BRA) Williams-Cosworth - a uma volta

15º - Vitaly Petrov (RUS) Renault - a uma volta

16º - Sebastian Buemi (SUI) Toro Rosso-Ferrari - a uma volta

17º - Nico Hulkenberg (ALE) Williams-Cosworth - a uma volta

18º - Timo Glock (ALE) Virgin-Cosworth - a duas voltas

19º - Lucas Di Grassi (BRA) Virgin-Cosworth - a três voltas


ABANDONOS



Karun Chandhok (IND) Hispania-Cosworth - a cinco voltas

Bruno Senna (BRA) Hispania-Cosworth - a 11 voltas

Sebastian Vettel (ALE) Red Bull-Renault - a 18 voltas

Heikki Kovalainen (FIN) Lotus-Cosworth - a 24 voltas

Jarno Trulli (ITA) Lotus-Cosworth - a 25 voltas



MELHOR VOLTA


Vitaly Petrov (RUS) Renault - 1m29s165, na 57ª




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Dunga garante Kaká na estreia

Em sua primeira entrevista na África do Sul, o técnico brasileiro diz que o meia e principal estrela da seleção estará em campo no dia 15 de junho



Dunga sorri na sua primeira entrevista coletiva ao chegar à África do Sul para a Copa do Mundo (AFP)


Sete horas depois de pisar em solo sul-africano, o técnico Dunga concedeu a sua primeira entrevista coletiva no país da Copa do Mundo. No hotel onde o Brasil está hospedado, o treinador falou das impressões que teve ao chegar à África do Sul e da alegria pela proximidade com o Mundial. No seu discurso, o técnico brincou com a promessa de Maradona em ficar pelado caso seja campeão, sorriu quando questionado sobre sexo na concentração (a Argentina liberou), disse que o time não precisa de psicólogo e prometeu que Kaká estará em campo na estreia.

- O Kaká vai estar pronto para a estreia (dia 15 de junho, contra a Coreia do Norte) - garantiu.

Nos últimos dias da seleção no Brasil, Kaká vinha fazendo um trabalho diferente. Desde o começo do ano que o meia do Real Madrid (ESP) convive com dores que prejudicam o seu rendimento. Com uma lesão na coxa esquerda, ele não atuou nas duas últimas rodadas do Campeonato Espanhol.




- O Kaká vai continuar trabalhando como faz desde que se apresentou. Nem sempre o jogador que está na fisioterapia está cuidando de lesão. Tanto o Kaká como o Luis Fabiano já passaram a trabalhar com o Rosan (Luiz Alberto Rosan, fisioterapeuta) e estão no reforço muscular. Como ele ficou um bom tempo sem treinar, é normal que não esteja na mesma condição que os demais. Vamos dosando.



Com uma fisionomia cansada, por conta das quase nove horas de voo, Dunga manteve o velho estilo durão, mas também demonstrou bom humor. Principalmente quando foi questionado sobre os argentinos. Se Maradona prometeu ficar pelado caso seja campeão, o brasileiro só prometeu trabalho. Com relação ao sexo, liberado na concentração dos hermanos, os nossos jogadores só terão esse direito nos dias de folga.



- Nem todo mundo gosta de sexo, de tomar vinho ou sorvete... Nós temos de respeitar as individualidades quando não estamos concentrados na seleção. E não tenho promessa. Promessa é trabalhar e deixar as coisas correrem naturalmente.






A 15 dias do início da Copa do Mundo, Dunga externou o espírito da sua equipe. Os jogadores chegaram a Joanesburgo excitados, postando frases no Twitter, e irradiando alegria.



- Neste momento notamos a motivação e a alegria de estarmos aqui. Quando chegar mais perto da estreia vai ter aquela ansiedade de jogar, o que é normal. Mas, por enquanto, é a alegria.



Com o time na mão, o treinador sabe que não precisa de psicólogo para motivar o elenco. Como quase sempre diz nas suas declarações, ele falou conseguiu resgatar o orgulho do jogador em vestir a camisa amarela do Brasil.



- O nosso primeiro objetivo já foi alcançando, que foi conseguir resgatar o desejo de vestir a camisa da seleção. Quando chegamos tinha muito pedido de dispensa. Hoje todos querem estar aqui. Tem lobby de jogador, de empresário, de assessor... Agora temos consciência de que o próximo objetivo é o que vale, que é ganhar a Copa. A parte psicológica vai ser no automático. Você acha que um psicólogo em 30 minutos vai colocar alguma coisa na cabeça de alguém que sofreu a vida inteira? Temos de reforçar a confiança neles.






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Seleção já está no país da Copa

Delegação brasileira é a segunda a desembarcar na África do Sul



Os jogadores do Brasil na pista do aeroporto de Joanesburgo, na África do Sul (Foto: Reuters)


Uma hora antes do previsto, por volta das 2h03m desta quinta-feira (no horário de Brasília, 7h03m locais), a seleção brasileira desembarcou em Joanesburgo, África do Sul, para a disputa da Copa do Mundo. Em voo tranquilo, de aproximadamente oito horas e meia, o avião foi imediatamente cercado por policiais fortemente armados. A equipe do Brasil é a segunda participante do Mundial a chegar à África do Sul, já que nesta quarta-feira os australianos foram os primeiros.


O voo não enfrentou qualquer turbulência e a maioria dos jogadores dormiu durante a viagem. Em Joanesburgo, o clima era agradável com sol e temperatura de aproximadamente 13 graus. Os atletas e o técnico Dunga não falaram com a imprensa e foram direto para o hotel, por volta de 7h40m locais (2h40m de Brasília). Ainda não está confirmado se haverá treino nesta quinta-feira.




Confira o vídeo motivacional mostrado aos jogadores durante o voo




Assim que deixou o avião, o time foi para o ônibus, onde aguardou o zagueiro e capitão Lucio e o lateral-direito Maicon, ambos do Internazionale de Milão. Os dois viajaram direto da Itália para a África do Sul e chegaram cerca de 30 minutos após os companheiros entrarem no veículo, que ainda não é o oficial que a seleção usará durante a Copa, com a frase 'Lotado! O Brasil inteiro está aqui dentro!'.



Maicon, que viajou com Lúcio direto da Itália, encontra
a delegação brasileira na África do Sul (Foto: Reuters)


A delegação foi recebida por Irvin Khoza, do comitê organizador da Copa do Mundo, que se mostrou bastante impressionando com a concentração dos brasileiros.



- A única coisa que o Dunga falou foi “nós estamos prontos”. Eles chegaram muito confiantes.



No hotel Fairway, jornalistas, seguranças da empresa Piranha Security, policiais e poucos torcedores aguardavam a chegada da seleção, o que ocorreu pouco depois das 9h locais (4h de Brasília). Na hora em que o ônibus passou pelo portão houve gritaria, principalmente das torcedoras presentes.



O que chamou a atenção foi o fato de o local ainda estar em obras, com operários trabalhando. Poucos minutos antes de a delegação brasileira chegar foram colocadas duas bandeiras do Brasil na entrada, mas de cabeça para baixo. Avisados pelos jornalistas, os funcionários consertaram o erro.



Segundo o diretor de marketing do Fairway, Leon Bosch, dois pontos principais foram frisados pela CBF:



- A seleção pediu muita privacidade e segurança. Também pediu que não houvesse nenhum evento especial de recepção, porque chegariam muito cansados.


Fãs cercam o ônibus do Brasil na chegada ao hotel (Foto: Marcos Felipe / Globoesporte.com)



Argentina e Dinamarca são os próximos a chegar


Três seleções já estão na África do Sul: além dos anfitriões, os brasileiros e os australianos. Os próximos que desembarcarão no país da Copa do Mundo são Argentina e Dinamarca, neste sábado. Confira abaixo a previsão de chegada das demais equipes:



29/5 - Dinamarca e Argentina

31/5 - Estados Unidos

1/6 - Coreia do Norte

3/6 - Inglaterra e Paraguai

4/6 - México e Chile

5/6 - França, Uruguai, Coreia do Sul e Nigéria

6/6 - Japão, Holanda, Portugal, Nova Zelândia, Grécia e Argélia

7/6 - Alemanha, Gana e Eslovênia

8/6 - Sérvia

9/6 - Camarões, Itália, Honduras e Eslováquia

10/6 - Costa do Marfim e Suíça

11/6 - Espanha







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Vazam fotos da Ferrari 458 de competição


Imagens mostram modelo com detalhes ainda mais esportivos do recém-lançado supercarro




Depois da versão cupê, a Ferrari deverá outras variações da 458 Italia que entrou no lugar da F430. A próxima novidade deverá ser a versão Challenge, com uma série de detalhes para quem procura por um supercarro mais bem preparado para enfrentar uma pista de corrida nos finais de semana. E foi em algum circuito que fotografaram a primeira unidade que se tem notícia dessa versão mais apimentada do recém-lançado cupê. As imagens que vazaram na rede partiram do site Axis Oversteer e mostram rodas de nove raios com cubo rápido montadas em pneus slick.



As diferenças em relação à versão convencional da 458 Italia continuam pelos freios de fibra de carbono e pelas entradas de ar adicionais na parte dianteira para refrigerar os freios. Além disso, o carro conta com travas adicionais no capô, defletores de ar extras nas laterais (para ajudar na sustentação aerodinâmica em alta velocidade), janelas de um tipo especial de plástico (material mais leve que o vidro), sistema mais simples de abertura das portas e barras de reforço estrutural no interior, tudo para tornar o carro mais leve, seguro e ágil.





Repara nas janelas com plástico no lugar dos vidros para tornar o carro mais leve e ágil



Fonte:


Coquetel anti-HIV reduz em 92% transmissão do vírus, diz estudo

Foram testados 3.381 casais em que um parceiro tinha o vírus e outro não.

Pesquisa mostra que remédios também podem ser usados para prevenção.
 
 
 


Pessoas com HIV reduziram o risco de transmitir o vírus da AIDS em 92% enquanto estavam tomando medicamentos antirretrovirais, de acordo com um estudo publicado nesta quinta-feira (27).

O estudo fornece a maior evidência de que drogas que tratam a síndrome da imunodeficiência adquirida podem também ser incorporadas em estratégias de luta contra o aumento dos casos de HIV.



Em um estudo publicado pelo jornal britânico "The Lancet", médicos recrutaram 3.381 casais heterossexuais em sete países africanos. Cada casal era "sorodiscordante", ou seja, com uma pessoa infectada com HIV e outra sem o vírus.



Drogas antirretrovirais foram dadas a 349 indivíduos infectados. Os outros que possuíam o vírus receberam um placebo.



Os pesquisadores recolheram amostras de sangue do outro parceiro a cada três meses para ver se ele ou ela haviam sido infectados. A pesquisa foi monitorada de perto por um comitê de ética, e incluiu um treinamento em sexo seguro, assim como exames de saúde de rotina.



Apenas um

Após 24 meses, 103 pessoas que estavam livres do HIV no início do experimento foram infectadas pelos seus parceiros.



Mas apenas uma dessas 103 transmissões foi causada por um parceiro que estava tomando antirretrovirais.



No geral, a utilização de antirretrovirais reduziu o risco de infectar outra pessoa em 92%, uma grande queda, que traz à tona o potencial que essas drogas têm de prevenir o HIV, além de apenas tratá-lo, afirmaram os autores.



"A utilização de ART (antirretrovirais) por pacientes infectados pode ser uma estratégia eficaz para realizar reduções do número de transmissões" de HIV, afirma o estudo.



Menos vírus

Isso ocorre porque o coquetel anti-HIV diminui a presença do vírus no sangue e em fluidos corporais, como sêmen ou muco vaginal, e por isso dificulta a transmissão para pessoas não infectadas, acreditam os especialistas.



Entretanto, advertem que, ainda que os remédios possam diminuir o risco de transmissão, o perigo existe, e por isso sexo seguro é essencial.



O estudo, liderado por Deborah Donnel da Universidade de Washington e do Fred Hutchinson Cancer Research Center em Seattle, focou-se apenas nas relações heterossexuais.



Também não foram observados outros modos de transmissão do vírus, como o sexo anal, o compartilhamento de agulhas ou de mãe para feto.



Fonte:
 
 





Entrevista com elenco de 'Sex and the city 2'

Sarah Jessica Parker elege o figurino que mais gostou em novo filme.
E Kristin Davis aponta vantagens do sexo aos 40: 'você escolhe melhor'.






A amizade e a paixão pela moda e por drinks Cosmopolitan continuam as mesmas, mas os problemas das quatro personagens de “Sex and the city” só pioraram com o segundo filme inspirado na série. No novo longa, que chega aos cinemas do Brasil nesta sexta-feira (28), Samantha entra na menopausa, Charlotte sofre tentando ser a mãe perfeita, e nem o casamento de Carrie e Mr. Big, de dois anos atrás, está mais aquela maravilha.



A solução? Uma temporada de férias no Oriente Médio, com direito a passeios de camelo, salto alto no deserto e o inesperado retorno de Aidan – uma antiga paixão de Carrie, que em vez de ajudar, vai complicar ainda mais a situação.



O Site G1 bateu um papo com as atrizes em Los Angeles falando de moda, sexo aos 40 e do impacto que a série teve no universo feminino nos últimos anos. Leia a seguir:



SARAH JESSICA PARKER (Carrie Bradshaw)



Trocas de roupa

"Algumas trocas de roupas no filme já são minhas preferidas. A roupa que eu uso quando encontro Aidan na feira em Abu Dahbi é uma delas. [A figurinista] Patricia Field encontrou uma que é o arquétipo de Carrie: uma camiseta vintage Dior usada junto com uma peça de alta costura que é a saia púrpura de Zac Posen. Na verdade, a saia era um vestido, mas a Patricia Field tirou o top e a peça virou uma saia longa. Eu adorei do jeito que a combinação funcionou."



Unidas até no xixi

"Foi a primeira vez que pudemos conviver juntar num mesmo lugar. No Marrocos, a gente se via todos os dias. Dormíamos no mesmo local, fazíamos nossas refeições lado a lado, fazíamos maquiagem juntas, xixi juntas (risos), andávamos longas distâncias juntas, fazíamos compras juntas... No final de nossa jornada, passei a ter mais respeito, amor e admiração por elas e talvez uma necessidade de tê-las em minha vida, muito mais do que eu jamais senti. Acho que minhas colegas são realmente especiais."




KIM CATTRALL (Samantha Jones)



Lidando com a menopausa

"Em primeiro lugar, devo dizer que é ótimo que a menopausa tenha um nome neste filme, porque muitas mulheres tendem a chamá-la de “a mudança”. E Samantha passa por essa mudança de maneira histérica e engraçada. Você não pode pará-la. Ela segue na direção em que a natureza quer que ela vá, mas, obviamente, lutando contra com unhas e dentes (risos). Adoro o fato de ela ainda esta solteira e bastante ativa sexualmente. Forte e corajosa, mesmo estando na menopausa. Ela lutou contra o câncer, combateu os mais diferentes homens que passaram pela vida dela e agora chega à menopausa. Esse é um tema que a maioria das pessoas nem costuma abordar. Fazer piada sobre isso de uma maneira inteligente foi um desafio. É preciso coragem para lidar com o medo."



Sexualidade 'Frankestein'

"Acho que nunca houve um personagem tão livre como a Samantha. Às vezes é muito assustador para uma atriz interpretar alguém que não tem medo de fazer o que quer da vida, e com quem ela quer. No começo eu costumava pensar comigo mesma: como eu vou fazer isso? Porque era um território não explorado. Acho que a coisa mais próxima de Samantha era a Madeline Kahn no filme “O jovem Frankenstein” (risos). Essa era a única referência em que eu podia pensar. Mas foi muito empolgante fazer o sexo ficar engraçado. Eu fazia esse tipo de comédia física, que às vezes nem estava no script. O roteiro dizia: Samantha cai da cama. E eu caí tantas vezes que tinha que fazer soar como novidade (risos)."




KRISTIN DAVIS (Charlotte York)



Busca da mãe perfeita

"A sociedade coloca muita pressão nas mulheres para elas serem a mãe perfeita, a esposa perfeita. Charlotte tem expectativas ainda maiores, mas nunca consegue atingir seu objetivo. No começo do filme você a encontra na maior batalha com as duas crianças, mas ela não pode admitir o problema às amigas. Ela está com muita vergonha e coloca na cabeça que vai fazer de tudo para que a situação aparente estar perfeita e maravilhosa. Mas nada é perfeito. Não se pode controlar essas coisas."



Sexo depois dos 40 é melhor?

"Leva um certo tempo para que você se sinta confortável dentro de sua própria pele. Acho que a gente aprende muito quando está com 20 anos. Homens e mulheres fazem sua “pesquisa” nessa época e, depois, aos 30, eles estão mais adaptados (risos). Espera-se, portanto, que aos 40 anos já você se sinta menos carente e saiba escolher melhor. Acho que você se sente mais confortável quando está mais maduro. E é isso o que as pessoas acham sexy."





CYNTHIA NIXON (Miranda Hobbes)


Camelo e salto alto

"Foi a primeira vez que andei em um camelo. Foi um desafio com aquelas roupas todas. Eu falei para a Pat [Patricia Field] que seria exaustivo ter de usar salto no deserto! Nós não tivemos treino nenhum, tivemos de aprender na marra (risos). A gente só rezava por nossa vida, e quando o camelo se movia para a frente, a gente também se movia (risos). Nosso desafio principal era conseguirmos permanecer sentada sobre aquele camelo quando ele andava (risos)."



Impacto da série 'Sex and the city'

"Só fui perceber esse impacto mesmo quando visitamos o programa da Oprah pela primeira vez, e todas aquelas mulheres se levantaram da plateia e começaram a fazer perguntas. Algumas até tinham os olhos cheios d’água. Elas nos agradeceram pelo retrato que estávamos fazendo delas mesmas, por mostrarmos um lado rico e desinibido de ser uma mulher solteira. Cada uma das quatro personagens da série tinha um apelo particular para os mais diferentes tipos de mulheres. E agora elas estão lidando com a menopausa, com a luta de encontrar um balanço entre a vida familiar e a profissional, com a obsessão de fazer o papel da mãe perfeita. É muito bom poder cobrir todos esses tópicos."





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Luís Fabiano quer a Copa para se "igualar a Romário e Ronaldo"

Atacante disse que está pronto para o desafio na África do Sul


Por Cristina Quicler/AFP


Enquanto muitos torcedores lamentam a falta de um atacante de maior renome internacional no elenco da seleção brasileira que irá à Copa do Mundo, Luís Fabiano mostra confiança em seu próprio desempenho e está disposto a sair da sombra de dois ídolos que se sagraram campeões mundiais.



- O Brasil tem que ganhar a Copa. A cada quatro anos é a mesma situação. Estou pronto para enfrentar o desafio, ajudar minha seleção e me igualar a Romário e Ronaldo.

Ciente pelo fato de o Sevilla, sua equipe, atrair menos atenção do que clubes como Real Madrid ou Barcelona, Luís Fabiano afirmou, em entrevista para o jornal francês L’Equipe, que é tratado por Dunga da mesma forma na seleção que os demais comandados.



- O tratamento é o mesmo para todos, e os jogadores são humildes. Essa é a marca do Dunga. As estrelas não levam vantagem. Todo mundo é importante e me sinto apoiado por todos.



O atacante lembrou que no ano passado esteve perto de trocar o Sevilla pelo Milan e antecipou que, ao fim de seu contrato, em 2011, "sem dúvida" deixará o clube espanhol.



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Campeões mundiais revelam bastidores dos títulos do passado

Felix, Edu, Pepe, Cafu e Márcio Santos contam curiosidades de quando venceram as Copas do Mundo de 58, 62, 70, 94 e 2002


Felix, Edu, Pepe, Márcio Santos e Cafu revelam
bastidores da seleção (Foto: Marcio Iannacca)


Histórias que jamais foram contadas ou descobertas pelos jornalistas finalmente reveladas em uma conversa descontraída com os campeões mundiais Felix, Edu, Pepe, Márcio Santos e Cafu. Na última segunda-feira, eles participaram da inauguração de uma exposição com relíquias ligadas às Copas do Mundo, no Memorial de Curitiba. E foi justamente na festa que todos fizeram revelações curiosas e polêmicas sobre as conquistas brasileiras nas competições de 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002.



O ponta-esquerda Pepe levantou o caneco em duas oportunidades, nos Mundiais de 58 e 62. Em cada oportunidade, o ex-jogador teve a chance de ver um grande jogador roubar a cena. Na primeira vez, o garoto Pelé foi fundamental para o título. Quatro anos depois, Garrincha chamou e responsabilidade da “guerra”, como definiu o ex-jogador do Santos, e levou a seleção brasileira à conquista.



- Tem muita coisa para contar. Mas lembro muito bem de um fato que ocorreu no Chile. Os cozinheiros fizeram sanduíches porque não queríamos comer a comida do trem. Conhecíamos bem os chilenos, mas não queríamos arriscar comendo qualquer coisa. Afinal, aquilo era uma Copa do Mundo. Jogamos a decisão de 62, contra o Chile, tendo comido apenas sanduíches e bebido refrigerantes. Mesmo assim ganhamos com sobras. Era uma seleção quatro anos mais velha, mas o que valeu mesmo foi a experiência adquirida em 58 – afirmou Pepe.



Já o ex-goleiro Felix e o ex-atacante Edu conquistaram o Mundial de 1970. Mas é justamente o antigo ponta-esquerda do Santos que faz questão de relembrar uma história da seleção comandada pelo Velho Lobo Zagallo.




- Éramos cinco jogadores do Santos naquela seleção de 70, se não me engano. Sempre conversávamos no quarto sobre o desempenho da equipe. E o Pelé estava mordido porque o Eusébio tinha sido escolhido o melhor do mundo. Lembro que ele disse que estava preparado e que o mundo saberia quem era o Pelé. Eu pensei comigo: ‘Opa, essa Copa é nossa” – contou o sorridente Edu.



Na conquista de 1994, dois momentos foram revelados por Márcio Santos, que estava acompanhado do ex-lateral-direito Cafu, que venceu nos Estados Unidos e também levantou a taça em 2002, na Coréia do Sul e no Japão. O primeiro se referia ao ex-zagueiro Ricardo Rocha. O outro envolvia uma polêmica com o técnico Carlos Alberto Parreira.



- Em todo o grupo sempre tem um jogador que faz a alegria de todo mundo. Em 94, o Ricardo Rocha era imbatível. No vestiário, antes da final, o grupo fez o aquecimento e estava colocando o uniforme para subir ao gramado. Antes da oração, o Ricardo Rocha pediu a palavra e soltou: “vamos lá rapaziada, vamos fazer como os kawasakis fizeram no Japão”. O clima era tenso, mas todos soltaram uma gargalhada no vestiário. Lembro que o Gilmar Rinaldi e o Jorginho estavam gravando, e o Ricardo ficou sem graça porque aquela cena seria exibida em outros lugares – contou Márcio Santos.

Mas nem tudo em 94 foi alegria para a seleção. Antes do Mundial, ainda nas eliminatórias, o Brasil correu o risco de ficar sem treinador. Após a derrota por 2 a 0 para a Bolívia, no dia 25 de julho de 1993, em La Paz, Carlos Alberto Parreira cogitou a hipótese de deixar o cargo por conta da pressão da torcida e da imprensa.



- Era uma pressão muito grande porque o Brasil não vencia a Copa desde 70. O torcedor brasileiro cobrava muito e a imprensa já não tinha mais paciência. Estava insuportável. Depois do jogo contra a Bolívia, o Parreira estava querendo deixar a seleção porque, segundo ele, as cobranças estavam indo para o lado pessoal. Ele comentou essa situação já se despedindo do grupo. Foi a partir dali que o grupo se uniu para conquistar o título – relembrou o ex-zagueiro.



Agora, em 2010, novas histórias vão surgir. Muitas serão reveladas de imediato e outras vão demorar dias, meses ou até mesmo anos para serem contadas. Bastidores à parte, o que torcedor quer mesmo é mais um título mundial da seleção brasileira.



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Antes da fama, jogadores trabalharam duro em outras profissões

Nos 23 atletas convocados por Dunga para a Copa do Mundo há vários exemplos de superação e trabalho duro antes do estrelado com o futebol


A realidade é de conforto, luxo, contratos milionários, fama. Mas nem sempre a maioria dos jogadores da seleção brasileira ostentaram carros de primeira linha nas garagens ou brincos com diamantes nas orelhas. O passado foi duro, de limitações e histórias de superação. Se atualmente o técnico Dunga quer ver em campo um time de guerreiros, pode-se dizer que o grupo que vai disputar a Copa do Mundo de 2010 é cheio de trabalhadores. Literalmente.

Antes do estrelado com a bola, vários jogadores colocaram a mão na massa, tiveram que se arriscar em outras profissões. O caso mais conhecido é, sem dúvida, o de Gilberto Silva. Vendo o pai Nízio trabalhar duro cortando cana para sustentar a casa, o volante resolveu começar a trabalhar aos 14 anos e foi assistente de obra para ajudar na renda familiar Lagoa da Prata, cidade do interior de Minas Gerais. Quando conseguiu passar em um teste no América-MG, se mudar para os alojamentos das categorias de base em Belo Horizonte e começar a treinar no juvenil, Gilberto Silva viu a mãe Maria Izabel lutar contra uma insuficiência renal. Após cinco meses no clube, resolveu largar tudo e voltar para casa.



- Por ser o filho mais velho, eu me senti na obrigação de voltar. Tinha na cabeça que precisava arrumar um emprego e ajudar o meu pai porque a situação estava complicada em casa – lembra o volante, que não recebia salário no América-MG.



Gilberto Silva arrumou um emprego em uma fábrica de doces da região. Ganhava um pouco mais de um salário mínimo por mês. Foram dois anos e cinco meses ajudando na produção de balas de caramelo. Até que, aos 19 anos, conseguiu retornar ao América-MG e, finalmente, seguir o caminho do sucesso.



Em Barra do Piraí, cidade do interior do Rio de Janeiro, Ramires trabalhou parte da adolescência como auxiliar de pedreiro. Ajudava os tios Jairo e José nas obras pela região para ganhar dinheiro e ajudar no orçamento da família. Debaixo de sol quente, o meia carregava pedra, tijolo...



- Pela nossa necessidade fui obrigado a criar essa responsabilidade desde cedo e acredito que isso me ajudou na vida. Precisava ajudar em casa e comecei a trabalhar como ajudante de pedreiro com o meu tio - lembra.



O zagueiro e capitão Lucio também não teve vida fácil. Na adolescência, trabalhou entregando jornal. Acordava às 4h da madrugada. Pegava a bicicleta e saia pedalando pelas ruas do Distrito Federal. A rotina era puxada. Depois, ele ia direto para o Planaltina, clube da região, treinar e seguir com o sonho de virar um jogador. Não foi o único serviço do zagueiro. Ele fazia de tudo um pouco. Já vendeu picolé, ajudava a mãe Maria Olindina no comércio informal de roupas, montava e desmontava barracas.



- Foi importante essa fase na minha vida para eu dar valor às coisas, ter a consciência de onde eu vim, ter a humildade, sempre o pé no chão - garante o capitão.



No sertão nordestino, Daniel Alves começou a trabalhar cedo no povoado de Umbuzeiro. Aos dez anos, ajudava o pai na plantação. Enxada na mão, sol de 40 graus na cabeça. Na terra seca do sertão baiano, plantar melão e cebola para vender era o principal sustento da família de Domingos Silva.



Aos 13 anos, Daniel Alves saiu de casa e foi morar com o irmão em Juazeiro para tentar seguir a carreira no futebol. Mesmo assim não parou de tentar ganhar dinheiro fora das quatro linhas. Com as filmagens do longa “Guerra de Canudos”, ele conseguiu um emprego temporário como figurante. Pela pequena participação como um dos soldados, ele ganhava R$ 5 por dia de gravação.


- Mas acho que ninguém vai me conhecer porque eu estava ali no meio de todo mundo. Mas foi muito legal – contou o jogador, que revelou a história pela primeira vez na Copa América de 2007, e é fã de Will Smith e Julia Roberts.



Em Iracemápolis, uma cidade do interior de São Paulo com cerca de 20 mil habitantes, Elano ajudou o pai Geraldo no cultivo da cana, principal atividade econômica da região. O meia via o esforço da família para garantir o sustento de casa.



O goleiro Gomes ajudava o pai plantar milho e feijão na roça na pequena cidade de Três Marias, em Minas Gerais. Começou cedo, aos sete anos de idade. Quando jogou no Democrata-MG, ele também foi o responsável pela cozinha na concentração do clube. Comprava os pães, passava a manteiga e distribuía os lanches para os demais garotos do elenco. Outro que trabalhou na roça foi o meia Kleberson. Durante a adolescência, ele ajudava a mãe Maria na plantação de algodão para aumentar a renda familiar.



O atacante Grafite também não teve vida fácil. Tinha que trabalhar como vendedor de saco de lixo, em Jundiaí, para ajudar a sustentar a família. Só aos 20 anos conseguiu chance no time de Campo Limpo, na quinta divisão paulista.



Luis Fabiano teve a experiência de ser ajudante mecânico. Triste após ser dispensado pelo Guarani, o atacante trabalhou por três meses em uma oficina perto de casa, em Campinas. Apesar de gostar de carros, o garoto de 14 anos não deu muito certo com as ferramentas. Sorte do futebol...


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"Diego... Maratrono" Privada de Maradona custa R$ 2 mil

Vaso sanitário pedido pelo técnico argentino tem sprays e até secador


(Foto: Arte Esporte)

Mesmo em um evento com tantas estrelas, como a Copa do Mundo, Diego Maradona consegue ser um personagem ímpar. Por tudo o que fez em campo - e o que faz fora dele - o técnico da Argentina é até hoje uma das maiores e mais polêmicas celebridades do futebol. Em janeiro, sua chegada a Joanesburgo foi digna de astro do rock. Agora, a menos de um mês para o Mundial, fez uma exigência típica de alguns dos nomes mais famosos do showbizz: um vaso sanitário no valor de 9 mil rands, o equivalente a 1,2 mil dólares ou a R$ 2,1 mil.



O rei dos argentinos terá um troninho especial em cada um de seus dois banheiros privativos durante a Copa. O modelo tem sprays com três diferentes níveis de velocidade, controlador de temperatura da água e até secador.


A privada especial de Maradona (Foto: Divulgação)


Na última semana, a Universidade de Pretória, onde os bicampeões mundiais ficarão concentrados, precisou correr para adequar os banheiros ao "padrão de Maradona", como definiu o gerente de operações da Universidade, Colin Stier.



- Não é nada de outro mundo, ele apenas pediu um modelo como o que ele usa na Argentina. Aqui na África do Sul não temos bidê, então isso foi uma forma de nos adequarmos ao padrão dele - minimizou Stier.



Os sanitários serão pagos pela própria Universidade e colocados apenas nos dois banheiros de Maradona. O técnico terá a oportunidade de experimentá-los já a partir de domingo, quando a delegação argentina desembarca em Joanesburgo.



A peça foi comprada pela Universidade de Pretória e custa o equivalente a R$ 2,1 mil (Foto: Divulgação)


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