Alerta nutricional! ‘Embalagens Sinceras’ apontam “principal” composição de alimentos

Créditos: Fabrício Fajardo

Imagine se tudo o que você consumisse tivesse em sua descrição somente a verdade sobre a principal composição do alimento. Um projeto ousado do publicitário e designer Fabrício Fajardo tem dado o que falar nas redes sociais. Com o nome de ‘Embalagens Sinceras’, ele elenca alguns produtos e “cria” como seriam seus rótulos se eles mostrassem o que realmente o produto oferece.

Marcas populares nas mesas dos brasileiros levaram os nomes de “Gordura”, “Sódio”, “Açúcar” e “Corante”. Vale o alerta para a informação nutricional de cada alimento. Confira como ficaram as embalagens.



Créditos: Fabrício Fajardo


Créditos: Fabrício Fajardo



Créditos: Fabrício Fajardo



Créditos: Fabrício Fajardo






 Fonte:



Coca-Cola comemora 100 anos de sua icônica garrafa com uma garrafa Matriosca






Ano passado a já icônica e conhecida garrafa de vidro da Coca-Cola completou 100 anos de criação. Sabemos que só pelas curvas acentuadas da embalagem já a reconhecemos. Houve várias ações em torno dessa data, como um filme especial, a moleskine criou uma edição limitada e vários artistas criando obras baseadas em suas formas.






E para finalizar toda essa comemoração, ainda foi criada uma embalagem especial onde se inspiraram naquelas bonecas russas (as chamadas Matriosca) que vem com uma dentro da outra em tamanhos variados – do maior para o menor. O pequeno vídeo“100 years of Contour” foi criado  também para homenagear o criador da icônica garrafa de vidro e suas formas sinuosas: o de Earl R. Dean.





















A criação é da Memac Ogilvy & Mather, Dubai


Fonte:



Como é nadar entre milhões de águas-vivas?






O youtuber mikeyk730 registrou o seu mergulho em um lago de Palau (uma ilha na Micronésia) conhecido como 'Lago das Águas-Vivas'. O motivo é bem claro: milhões delas estão por lá.
Como a queimadura características desses animais não é tão forte nessa espécie, é possível nadar entre os bichos sem sentir dor.
Confira (e não tente o mesmo com boa parte das águas-vivas brasileiras): 



Fonte:





A História: Cantora que morreu após ser picada por uma cobra-real no palco


Foto de Irma e Encum na casa da família



No mês passado, uma cantora indonésia morreu após ser picada por uma cobra-real que usava em sua performance – notícia que correu o mundo. A BBC viajou para o vilarejo da cantora, Java Ocidental, para entender o mundo cada vez mais erótico da música dangdut e a pressão sobre as cantoras para que elas se sobressaiam em meio à multidão:
Em um banco de bambu fora de sua casa em Karawang, Encum lembra de quando viu sua filha, Irma Bule, se apresentando.

"Foi vergonhoso vê-la no palco dançando daquele jeito", conta.

Ela sabia que a filha era cantora de dangdut, mas não tinha noção de que suas performances envolviam cobras. Vídeos chocantes exibidos em todo o mundo no ano passado mostram Irma acidentalmente pisando em uma cobra-real enquanto dança.
Em seguida, as imagens mostram o animal subindo em sua perna. Pessoas puxam a cobra, e a cantora continua a se apresentar por mais 45 minutos. Irma só foi retirada do palco quando começou a vomitar. Quando Encum chegou ao hospital, a filha já estava morta.

"Sempre quis que ela virasse professora, mas ela sempre quis cantar. Ninguém a forçou – estava fazendo o que gostava", diz a mãe, enquanto seca as lágrimas com seu lenço de cabeça.

"Sinto muita falta dela. Ela era uma boa mãe, boa mulher, boa filha."

Ela quer saber por que ninguém levou sua filha para o hospital imediatamente após a picada.


Bule tinha duas filhas, que agora estão sob cuidados da avó



Indústria milionária


O dangdut combina influências de músicas indianas, árabes e malaias em uma dança acelerada, e é muito popular na Indonésia há décadas. As cantoras são conhecidas pela dança sensual que agregam a suas performances.
Irma se apresentava com cobras havia oito anos e com cobras-reais havia dois.

"A cobra a matou, mas ela não subiu no palco sozinha", diz seu tio Maman, que esteve na delegacia acompanhando o caso.
"Alguém deu as cobras para ela e disseram que eram seguras. Seja por negligência ou se foi planejado, ela morreu."

A polícia está investigando o que aconteceu. Diversas pessoas foram interrogadas, mas ninguém foi indiciado.
Os organizadores do evento negaram irregularidades. Eles disseram que apenas contrataram os músicos e o fornecedor das cobras, que foi questionado pelos policiais. 


O Dangdut é muito popular na Indonésia


Dançando por gorjetas



Muitas estrelas do dangdut começaram suas carreiras em vilarejos de plantações de arroz como Karawang, onde Nani Sanjaya está se apresentando em um casamento, ou seja, para um público de diversas idades.
À medida que a noite cai, ela e outras cantoras trocam o figurino: é hora de usar trajes mais ousados.
Homens sobrem ao palco para dançar com elas. Colocam dinheiro nas mãos, cabelo e roupas das artistas enquanto elas se movem ao redor deles.

As cantoras ganham um cachê por meio de seus agentes, mas a maior parte de sua renda vem dessas gorjetas.
Nani, que era amiga de Irma, diz que as cantoras ganham "mais dinheiro e gorjetas caso se apresentem com cobras, se são as estrelas do show".
"Há pressão para agradar e se destacar, todos sonhamos em virar estrelas", diz ela.


Muitas cantoras vêm de pequenos vilarejos


'Não éramos nada'



Dangdut é uma indústria multimilionária. Para aqueles que conseguem crescer, é possível ter uma carreira na TV.
Em um estúdio da TV nacional na capital, Jacarta, a mais nova sensação, o Duo Serigala, se apresenta com algumas das maiores estrelas do gênero.
A dupla, Pamela e Ovi, conseguiu se destacar com uma dança sensual que ficou conhecida como "dança do drible", além de uma conta sexy no Instagram.
"Foi um longo caminho, trabalhamos duro para chegar até aqui, começamos do zero", diz Pamela Safitri. "Não éramos ninguém. Infelizmente, nossas famílias eram muito pobres, mas agora, devagar, o dinheiro que estamos ganhando por cantar dá para ajudá-los."


O Duo Serigala é conhecido pela 'dança do drible'



As duas ficaram chocadas com a morte de Irma Bule e dizem que se solidarizam com a história.
"Irma Bule estava fazendo a mesma coisa que a gente fazia, trabalhando duro como nós trabalhamos para entreter as pessoas", diz Ovi Sovianti. "Ela usava cobras para melhorar seus shows. Sentimos muito por sua família."

Rei do Dangdut


Rhoma Iramaé o rei indiscutível do Dangdut desde os anos 1970.
Mas o cantor e político – ele agora tem seu próprio partido, não oficial – é claro sobre seu desgosto pelo que vê como uma crescente onda de performances eróticas das cantoras mulheres.
"Uma dança educada, e não erótica – esse é o verdadeiro dangdut", diz ele em Jacarta.


Rhoma Irama é considerado o rei do dangdut desde os anos 1970



Mas apesar da oposição de alguns grupos conservadores muçulmanos, Iramaé afirma que não há nada no Islã que proíba o dangdut.
"O Islã é muito pluralista. O Islã é pacífico. Ame a Indonésia, o dangdut, o mundo", diz, rindo. "O dangdut é a Indonésia, é o espírito da Indonésia."
"As cantoras costumam morrer picadas por cobras?", pergunto.
"É a primeira vez que ouvi falar disso", responde ele. "Cobras não são nem um pouco essenciais para o dangdut. Em todos os meus anos no palco, nunca vi uma cobra."
Ele diz que a comunidade de artistas do dangdut é próxima e que eles têm um fundo para cantores que morrem ou ficam doentes. A família de Irma afirma que recebeu dinheiro do grupo.

Fonte:

Em respeito à família, eu resolvi postar um dos vídeos da Irma antes do acidente cantando feliz, pois percebi quando fui pesquisar, que existem muitos vídeos na internet que correm livremente mostrando a cena trágica, eu particularmente não quis assistir, por perceber que pelas fotos na cena dos vídeos, as imagens são bem fortes, o mundo já está cheio de misérias e tristezas, acho que em um momento como esse, devemos pensar na família, mãe e filhos que sofrem por sua ente querida.







O Instagram apresenta sua nova identidade visual


Hoje uma das redes sociais mais usadas do mundo, o Instagram, mudou sua identidade visual depois de um longo tempo com a mesma cara.
Se voltando para o minimalismo, o novo ícone é representado por uma câmera simples, inspirado no ícone anterior e com usando o efeito gradiente para mostrar o leque gigantesco de cores gigantesco que as imagens postadas possuem.
Os ícones dos outros apps que circulam o mundo do Instagram (Layout, Boomerang e Hyperlapse) também ganharam uma repaginada seguindo o mesmo design simples e de cores.






Quer ver como foi todo o processo de criação da nova identidade visual? Confira o vídeo abaixo e leia mais no medium neste link:







Fonte:



Tempestade solar gera auroras maravilhosas



Nas primeiras horas do último domingo (8), uma forte tempestade solar atingiu a Terra, gerando auroras incríveis.O fenômeno ocorre quando partículas de vento solar entram em choque no perímetro magnético terrestre, formando luzes de cores e formas maravilhosas.


Geralmente as auroras só aparecem em latitudes mais altas na Terra, mas como aponta o Mashable, isso muda quando uma tempestade solar muito forte atinge o planeta, possibilitando que pessoas de diferentes partes do mundo vejam o fenômeno ocorrer.
Algumas das pessoas que acompanharam as auroras em ação compartilharam imagens nas redes sociais. 

VISTA DE MINNESSOTA, NOS ESTADOS UNIDOS (FOTO: REPRODUÇÃO/TWITTER)

VISTA DE WASHINGTON, NOS ESTADOS UNIDOS (FOTO: REPRODUÇÃO/TWITTER)

VISTA DO ARKANSAS, NOS ESTADOS UNIDOS (FOTO: REPRODUÇÃO/TWITTER)






Crown Land Productions juntou algumas das imagens que captou no domingo em um vídeo maravilhoso. Assista: 







Fonte:




Um aplicativo que ajuda deficientes visuais a enxergarem




A inovação da vez é o aplicativo Aipoly, que identifica cores, estampas e rótulos de produtos, descrevendo ao usuário o que ele enxergaria. A ideia é utilizar a câmera do celular e seus mecanismos de acessibilidade de uma forma mais simples para que pessoas cegas ou com dificuldade de visão tenham mais facilidade no dia a dia.











O que você achou? Conhece mais aplicativos como esse? 
Deixe sua sugestão nos comentários, 



Fonte:



Casal viaja o mundo fazendo pinturas com luz

(FOTO: ERIC PARÉ)



Eric e Kim são artistas e fotógrafos que viajam o mundo procurando belas paisagens para clicar. Mas com um toque especial: em cada foto, Eric se posiciona atrás de Kim e faz desenhos no ar com tubos de luz de quatro polegadas. As fotos são tiradas em velocidade altíssima, criando efeitos incríveis. Confira essa seleção, que o próprio casal publicou no site BoredPanda:

(FOTO: ERIC PARÉ)

(FOTO: ERIC PARÉ)

(FOTO: ERIC PARÉ)


(FOTO: ERIC PARÉ)






Fonte:
Galileu


Caçador se surpreende com jacaré gigante que atacava gado



Uma criatura de 4,5 metros de comprimento e pesando nada menos que 360 quilos surpreendeu o caçador Lee Lightsey em sua fazenda na Flórida, depois de passar dias se alimentando do gado que pastava por ali.
Tratava-se de um jacaré gigante que foi descoberto nas lagoas artificiais da fazenda de Lightsey enquanto este e seu guia supervisionavam uma expedição de caça, no último sábado. O caçador, que está na profissão há 18 anos, ficou admirado com o animal e afirmou à BBC "nunca ter visto um jacaré daquele tamanho".
Quando o animal veio à superfície, ficou a seis metros de distância dos dois, que dispararam e o abateram.
Lightsey e seus funcionários precisaram de um trator para removê-lo dali.

'Um monstro'

Segundo o caçador, não foi a primeira vez que eles encontraram jacarés assim nas redondezas da fazenda. Mas normalmente eles eram menores e menos assustadores.
"O jacaré é enorme, mas não me surpreende que apareça por aqui. Encontramos muitos outros nos últimos 20 anos que eram um pouco menores", contou.
"O que nos chamou bastante a atenção foi o fato de ele estar se alimentando do gado da fazenda, porque encontramos partes dos bois mutilados na água. Precisávamos tirá-lo daqui", explicou.
A empresa de Lightsey organiza caçadas de crocodilos, javalis e perus ao redor de sua propriedade, que é destinada a expedições desse tipo. Até então, o maior jacaré já caçado por eles tinha no máximo 4 metros de altura.
Ele costuma cobrar cerca de US$ 10 mil para matar um jacaré maior do que 4 metros e US$ 4,5 mil por um jacaré que tenha entre três e quatro metros. Os animais são, em geral, mortos com uma espingarda potente.
"Mas sempre procuramos matá-los com o mínimo de sofrimento, sem deixar que eles fiquem feridos antes de morrer", afirmou.
A região da Flórida e de Louisiana, nos Estados Unidos, é conhecida por ter uma vasta população de jacarés – estima-se que haja mais de 1 milhão deles em cada um dos dois Estados.
Agora, o plano de Lightsey para o "jacaré gigante" encontrado é dissecá-lo e doar a carne para alguma instituição beneficente.


Fonte:

Escutar som da mastigação pode ajudar a comer menos, diz estudo



Pode parecer estranho, mas uma pesquisa recente sugere que prestar atenção aos sons que fazemos quando mastigamos pode interferir na quantidade de alimento que ingerimos.
Pesquisadores da Universidade Brigham Young e da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, fizeram um estudo para analisar esse efeito.
Eles concluíram que quanto mais nos "entretemos" com os barulhos que fazemos ao mastigar, menos comemos.
Quando vamos ao cinema, por exemplo, e compramos uma pipoca, em geral devoramos o pacote em poucos minutos.
Nosso cérebro está "distraído" com o filme e isso faz com que comamos tudo sem perceber.
O mesmo costuma acontecer quando se come vendo televisão ou quando se compartilha uma refeição com amigos em uma conversa animada.
"É comum não repararmos no som que emitimos quando estamos comendo, mas prestar atenção nisso pode ajudar a reduzir o consumo dos alimentos", explica Ryan Elder, um dos autores da pesquisa, que foi divulgada pela publicação científica Food Quality and Preference.

'Sinal sensorial'

Muitas vezes se presta atenção na aparência, no cheiro ou no gosto da comida, mas não muito no som que ela faz quando a mastigamos.
Gina Mohr, também autora do estudo, reforça que os sons são "um sinal sensorial importante" da experiência culinária.
Os pesquisadores chamam de "sons alimentícios" os barulhos que produzimos ao mastigar e triturar a comida que ingerimos.
O problema, segundo Elder e seus colegas, acontece quando outros sons "mascaram" esses ruídos que nos ajudam a ser mais conscientes quanto ao que comemos.
Para averiguar o alcance desse fenômeno, os cientistas fizeram três experimentos analisando o que chamam de "proeminência do som na alimentação".
Um deles mostrou que as pessoas comem menos quando o som da comida é mais intenso.
Para investigar essa relação, os pesquisadores deram fones de ouvido aos voluntários para controlar o volume em que escutavam seus ruídos ao mastigar alguns pretzels.
"Descobrimos que quanto mais alto era o som da mastigação, menos os participantes comiam", disse Mohr.




Segundo Mohr, "escutar o som dos alimentos nos lembra que estamos comendo". "É um indicador natural que estamos participando do processo alimentício e isso nos ajuda a comer mais conscientemente", diz.

Situações sociais

O mesmo acontece na situação inversa.
"Quando você mascara o som dos alimentos, como quando vê televisão enquanto come, ignora um dos sentidos. Isso pode fazer com que coma mais do que comeria normalmente", diz Elder.
"Pode ser que os efeitos não pareçam ser tão grandes (os voluntários comiam um pretzel a menos em média ao escutar os sons), mas ao longo de uma semana, um mês ou um ano, eles se acumulam."
Por isso, segundo Mohr, é aconselhável, na medida do possível, reduzir os ruídos ao nosso redor enquanto comemos.
"Há situações sociais que nos fazem moderar o volume da mastigação e sermos mais cuidadosos com os ruídos que fazemos para comer", diz. "O importante é prestar atenção a esse ruído, seja ele alto ou baixo."

Fonte:


#ZICAZERO