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Maio 30, 2009

A Era do Gelo 3 já tem data de lançamento

A Era do Gelo, uma das animações mais assistidas de todos os tempos vai ter continuação. O lançamento do terceiro filme da série está previsto para 4 de Julho de 2009 e os Dinossauros serão a novidade da aventura.

Veja aqui o primeiro trailer divulgado e estrelado por Scrat e sua avelã:

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Diretores de Tropa de Elite vão fazer filme sobre raves



Os Diretores do filme Tropa de Elite, José Padilha e Marcos Prado anunciaram que pretender levar aos cinemas um filme sobre festas rave. Mesmo não possuindo um roteiro definido, a dupla já adiantou que a trama deve girar em torno da história de dois jovens de classe média que se envolvem como mundo das drogas, tendo festas rave como pano de fundo.

A julgar pela repercussão e o tom sensacionalista de Tropa de Elite, já podemos prever que esta produção também deverá render novas discussões acaloradas sobre o que acontece na cena eletrônica.

A nós, só resta torcer para que os diretores dessa vez consigam mostrar, com mais clareza, os dois lados da hitória. Ou seja, assim como nem todo policial do BOPE é um asssassino violento, a maioria das pessoas que freqüentam raves não são traficantes e/ou usuários de drogas. Muito pelo contrário, são pessoas de bem, de todas as idades, curtindo a música cada um de seu jeito, sem preconceitos e contribuindo para um clima de paz, amor, união e respeito. Agora, como disse o Ivo, do Treta: “já tem frito passando mal só de pensar na trilha sonora“. Com isso eu concordo: o CD da trilha promete ser a melhor parte do filme.

Eu vi no: BaladaPlanet

Maio 27, 2009

O que aconteceria se toda a água da Terra sumisse?

Utilizando um software específico para criação de incríveis paisagens, Eduardo Schaal e Rogerio Alves imaginaram como ficaria o planeta Terra se as águas dos mares e oceanos fossem drenadas. A técnica foi usada para criar locais como as Bahamas, Baia de Monterrey, na Califórnia e uma parte do oceano Atlântico. Em comum, essas áreas são objeto de intenso interesse científico, bem como oferecem um incrível espetáculo com seus enormes canyons e montanhas.

O vídeo foi produzido no Reino Unido e deverá ser apresentado no Canal NetGeo, em data a ser confirmada.

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Peter Donnelly - Danças Na Areia

Ser um artista não é fácil, muito menos tendo em conta que cada vez é mais difícil de criar e inovar, mas para Peter Donnelly não deve ter sido muito difícil crescer e ficar famoso. A sua arte é diferente de muita coisa que já vi e apesar de ser feita junto à praia e desaparecer quando a maré sobe torna aquilo que ele faz mais peculiar. Pete é conhecido por “Sand Dancer” ou “Dançarino da Areia” isto porque apenas com a ajuda de alguns utensílios como um pau e um engaço, consegue fazer desenhos fantástico na areia que deixam qualquer um que por lá passe, completamente boquiaberto.













Maio 25, 2009

P.L.U.R. além do conceito

Trata-se de uma sigla que atende por Peace, Love, Unity e Respect (Paz, Amor, Unidade e Respeito).
São palavras poderosas e podem ser difíceis de conceituar, mas aqui vão algumas sugestões:


PAZ: a serenidade que vc encontra dentro de si mesmo e com outras pessoas ao redor. Não é de simples alcance, é preciso se esforçar, mas quando vc está em paz consigo mesmo, com os outros e com o planeta, somente coisas boas serão geradas por você.

AMOR: o profundo carinho que vc sente pelos seus amigos, por estranhos, por aqueles que necessitam de carinho e por vc mesmo. É simbiótico, pois toda boa vibe que você pode depositar em alguma coisa, voltará espontaneamente para você.

UNIDADE: significa que todos nós compartilhados coisas em comum, a despeito de idade, sexo, raça, religião. Somos todos seres humanos que precisam de outras pessoas, que buscam alegria e felicidade. Podemos ter diferenças, mas nossos sentimentos pertencem à mesma fonte. Logo, somos uma unidade.

RESPEITO: ter respeito pelos outros, suas idéias, suas culturas, suas vidas. Significa respeitar as necessidades básicas do outro, desde seu corpo físico (alimentação e descanso) até seu corpo espiritual e sua plena liberdade para fazer oq quiser. Passar adiante uma sabedoria que melhora a qualidade da existência do outro também é uma profunda manifestação de respeito e amor.



Isto é PLUR em sua forma mais primária. A maneira como um indivíduo escolhe praticar PLUR em seu cotidiano varia de um para o outro. A forma com que vc fará isso é somente da sua conta.

Bom... mas daí, tudo mto bem, tudo muito lindo e explicadinho... mas eu me pergunto... como é que VOCÊ coloca isso em prática no seu dia a dia?? vc se lembra disso no cotidiano?? ou esse lance de "plur" é uma coisa bonitinha, uma camiseta colorida q a gente veste na hora de ir pra festa e tira qd chega em casa? ...

- fale "bom dia" qdo encontrar as pessoas e "boa noite" qd se despedir. não precisa ser sempre qnem na blockbuster, nem necessariamente no começo ou no final do dia, basta q seja sincero e venha acompanhado de um sorriso ou um tom de voz onde vc REALMENTE quer dizer aquilo. ou seja, desejar que a pessoa tenha DE FATO um bom dia. não são as palavras e sim as intenções oq contam...

- peça por favor e diga obrigada/o. duas palavrinhas simples, aprendidas qd criança eq se não são normalmente esquecidas muitas vezes costumam ser "automatizadas" e ditas como mera parte de um protocolo social... mais uma vez, se carregadas de intenção essas palavras tem um poder mt especial

- vez ou outra, sem motivo aparente, dê um abraço naqueles q vc ama. pelo
simples fato de assim, sem palavras vc poder expressar o quanto gosta dessas pessoas ao seu lado

- se a ocasião não exige formalidades e vc se sente bem, é um dia de sol e vc vai pra rua... use roupas coloridas, ou com mensagens alegres. faz bem pros olhos dos outros e pra vc irradiar esse tipo de atitude e energia.

- deixe de assistir o noticiário algumas vezes e coloque no canal de desenhos... ou então leia um bom livro ou mesmo uma crônica curta, pelo prazer de ler e não pela obrigação de se informar ou melhorar no emprego... troque um filme de hollywood cheio de tiros e explosões com pipoca industrializada cheia de manteiga e coca cola, por uma comédia romântica bem água com açucar, um filme japonês, europeu ou uma mostra de curtas ou animações, ou uma peça de teatro, ou uma caminhada no parque...

- ao invés de andar na esteira e fazer bicicleta ergométrica, leve seu cachorro pra passear, saia para uma volta na praia, faça uma trilha que chegue numa cachoeira... saia pra dançar!!!!

- qd estiver cansado da rotina, troque o mcdonalds por um vegetariano ou uma cantina... peça um suco de frutas ao invés do refrigerante... tome mais água e menos café...

- no trânsito... dê seta!!! não buzine por hábito ou raiva, dê passagem qdo houver um "apressadinho" colado na sua traseira... qdo tudo estiver parado e n tiver mesmo solução, cante uma música, encontre um canteiro de flores, procure olhar pra uma árvore, sempre tem um passarinho de bobeira... e (pode rir... ) normalmente eu vejo borboletas passeando entre os carros... e não se estresse na medida do (im)possível. dirigir com raiva é o melhor jeito de bater o carro...
... parecem bobagens? ... não sei... o fato é que vc não estará fazendo nada que te agride ao mudar alguns hábitos já muitas vezes incorporados... não se trata de fazer coisas pelos outros objetivando alguma vantagem, não se trata de poder alardear por aí que "vc leva uma vida mais saudável" ... é muito mais simples e muito mais importante que isso, é mostrar pra si que vc pode fazer coisas pequenas ou prazeirosas e assim se sentir melhor. essa melhora vai se refletir em todas as suas reações e relaçoes com o mundo e as pessoas... e se vc é capaz de não se deixar levar pela irritação do dia a dia, certamente vc e aqueles q te cercam já vão levar uma qualidade de vida melhor... e todos ganham com isso.

O que isso tem a ver com plur?? ahhh... cada um vê como quiser
Mas nem só de psicodelia se vive nesse mundo, né???

Sátiras do Psy

"ACELERAAAAAAAAAAAAAAA!!!"

frito sobre psy (mesmo a musica em 140bpm)



"O que é Psy?"

Skazi sobre Psy



"Na União Soviética, o Psy dança VOCÊ."

Reversal Russa sobre Psy





"No Togo, o fritos gatinheiam o cheirado psyzecido."

Inversão Togolesa sobre Psy



"Você vai se divertir com os embalos e confusões dessa galerinha da pesada."

Narrador da Sessão da Tarde sobre Psyzeros



Que porra é essa?

Dercy Gonçalves sobre Psy




Que porra é essa?

Psy sobre Dercy Gonçalves



Uh Uhuw Ai Aiai Aiai!

Biscatrancer sobre Psy



Tira essa merda de CD riscado, Ô FILHO DA PUTA!

Sua Mãe sobre Psy



Aim Plêim De Güeim!

I Wish sobre Psy



Você traiu o movimento Punk, véio!!!

Dado Dolabella sobre Skazi



Psicodêlico non ecziste!

Padre Quevedo sobre Psy



Deixa eu dançar meu PRÓGI em paz mano!

Psyzero Roots sobre Chacoteiros



É a evolução da Música Eletrônica, seus filhos da puta!!!

Deslumbrado sobre Psy

As primeiras raves


Quando se busca a cronologia da cena eletrônica no Brasil, mais precisamente as datas das primeiras festas raves (indoor e outdoor), os locais, estilo e duração, podemos dizer que... “Houston, we’ve got a problem”.

Há quem diga que o primeiro projeto para uma rave no Brasil aconteceu em 1995 em São Paulo, trazido pelas mãos do DJ Dmitri. Com ele o ambiente psicodélico, a música repetitiva e a influência das festas que aconteciam não só na Europa, mas também nos EUA e, principalmente, em Goa, na Índia, começavam a ganhar um pouco mais de notoriedade à medida que atraíam novos adeptos e seguidores.


A LM Music, considerada a primeira rave Urbana, aconteceu em 1992, passando pelas cidades de São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. No line-up, além das primeiras iniciativas de decoração com laser, DJs como Moby, Altern8, Mau Mau, Alex S e Mark Kamins marcaram a história da cena de música eletrônica no Brasil.

Depois de um tempo na Europa, em seguida uma temporada de quatro meses em Goa, André Meyer pode ser considerado um dos precursores da cena trance no Brasil. Durante 1994 e 1995, juntos com amigos e curiosos, André dava início ao que seria atualmente mais do que um estilo de música, um estilo de vida.



“A primeira festa que organizamos rolou no ano 1994, em Atibaia, São Paulo, e lembro que tivemos muita dificuldade para trazer o equipamento de som. A gente tirava cópias do flyer para fazer a divulgação e fazia um rateio para bancar a gasolina do gerador”, comenta André. Ele explica que naquela época não era tão simples arranjar a locação de aparelhagem como hoje. Não havia moldes, sequer estrutura; o combustível era a própria vontade de se criar um ambiente diferente e propiciar uma sensação inusitada à galera que comparecesse.

E deu certo! Basta acompanhar a cena e as multidões que se formam para prestigiar festas como o festival Universo Parallelo e XXXperience, só para citar algumas.

André Meyer, além de trabalhar como body piercer também toca informalmente como DJ e foi co-fundador do club Klatu Barada Nikto; com a mesma proposta até hoje e aberto todas às quintas na noite paulistana.

Iniciativas como o projeto WTF (World Trance Family) também contribuíram bastante para a evolução dos estilos dentro da cena, em meados da década de 90. Wagner J. que é integrante do projeto, em entrevista ao portal Terra, comenta que a essência foi, sim, trocada pela oportunidade de se ganhar dinheiro. Esclarece que a comercialização é inevitável, e em contrapartida isso de forma alguma anula o movimento underground, pulsante nas grandes metrópoles. Em entrevista ao Psyte, o grego Pan Papason, considerado pioneiro do movimento e da música psicodélica no Brasil e no mundo, nos conta como foi essa experiência e suas impressões: “No final da década de 80, estrangeiros vieram de Goa para o Brasil. Alemães, Italianos, Suíços, gente do mundo todo que morou em Goa durante um tempo e veio parar no sul da Bahia, em Trancoso, por volta de 1986/87. Com eles chegaram também as primeiras fitas DAT, algumas lâmpadas ultravioleta, além dos tecidos psicodélicos com Deuses indianos pintados. Ninguém conhecia aquelas cores, o trance, tudo era novidade".
Pan foi parar em Londres em 1992, deixando assim sua terra natal para começar a discotecar em pequenas festas after-hour. Em 1993, já em Goa, ele continuou a tocar na cena noturna e em 1994, durante sua a viajem ao Chile, ajudou a organizar a primeira festa rave no local. "Eu e alguns amigos estávamos espalhando a cultura psicodélica pela América do Sul, realizando festas no Peru e no Chile. Inclusive foi no Chile, que organizamos a primeira festa trance durante um eclipse solar. Do Chile viemos parar no Brasil, onde chegamos até o Arraial D´ ajuda para encontrar algumas pessoas que também conheciam o trance”.



No reveillon de 1994 para 95, Pan e seu grupo organizaram o primeiro festival, se é que podemos chamar assim, rolando durante dois dias, com cerca de 400 pessoas presentes dançando ininterruptamente. Tudo muito roots, a divulgação era feita com flyers escritos a mão, xerocados. “Mandamos até para nossos amigos na Europa, que vieram para o reveillon", comenta Pan.

Mas qual seria o motivo capaz de fazer um grupo de pessoas, centenas, milhares, talvez, se reunirem em torno de caixas de som para curtir muitas e muitas horas ao som de uma música repetitiva, bastante alta e um tanto quanto esquisita, numa época em que nada disso era divulgado?

"O trance para alguns é um modo de vida. Se você morar na Índia por seis meses, já começa a agregar toda aquela cultura. Tem um determinado dia no ano, que os indianos saem na rua jogando tinta colorida uns nos outros. São muitas pessoas coloridas correndo, cantando e dançando. As cores das festas raves vieram desta cultura, os Deuses coloridos, sem contar a espiritualidade do povo e a própria música indiana. Tudo foi transferido para o trance". Segundo Pan, isso justifica muita coisa. Em São Paulo, as festas começaram em 94/95 e eram bem pequenas, algumas até indoor. Quando no final dos anos 90 surgiu o club Klatu, explica o DJ e produtor.
A cultura rave começou de fato no início dos anos 90, principalmente na Inglaterra, porém o conceito “rave” teve origem pelos menos 10 anos antes, junto com as primeiras produções eletrônica provenientes de qualquer gênero que se propusesse a produzir. Sendo as festas organizadas longe do perímetro urbano ou em galpões e espaços abandonados, o som era o techno e a droga consumida, o Ecstasy.

Tão importante quanto a cena rave e sua configuração atual, a cena acid house surge na Inglaterra como a primeira concepção de festas regadas a música eletrônica e LSD (Ácido Lisérgico). Não diferente do que acontece hoje, o principal catalisador do movimento foi a cobertura sensacionalista dos meios de comunicação, que ao invés de afastar o público, causava um efeito oposto. Multidões de até 15 mil pessoas reuniam-se nos campos ingleses para curtir a novidade e descobrir por si o que realmente se tratava.

Após “bombar” de tal forma, várias festas começaram a pipocar por toda parte, chamando assim a atenção das autoridades britânicas que imediatamente criaram uma legislação específica para vetar festas fora da cidade, com a inserção de “música repetitiva”.

De acordo com a pesquisadora inglesa, Sarah Thornton, o efeito gerado pelo pânico moral sugere um conflito entre cultura jovem e mídia. Isso porque a juventude rejeita a aceitação de sua cultura pela imprensa justamente por se tratar de uma cultura rebelde e, portanto, não deve ser simplesmente aprovada pela mídia. Por outro lado, segundo Thornton, os estudos culturais tendem a posicionar a cultura jovem como inocentes vítimas das versões negativas da mídia, quando a mesma retrata a cultura jovem como qualquer outro produto de mercado, vendável.

O sociólogo espanhol Manoel Castells explica no primeiro volume da trilogia, “Sociedade em Rede – A era da informação: Economia, Sociedade e Cultura”, que as redes interativas de comunicação estruturam uma nova geografia de conexões e sistemas culturais e sociais. Traduzindo, esse fenômeno dentro do contexto atual gera além de fórum de discussões sobre os mais variados estilos música, também, comunidades, grupo e sub-grupos de outras tribos cada vez mais desterritorializadas e amorfas. Delas resulta o mundo “virtual” que hoje chamamos de cibercultura. Sendo assim, criando a possibilidade de formatar festas (ou PVT’s) em qualquer espaço com qualquer estilo de música eletrônica. O acesso à música, sound system e divulgação é perfeitamente viável usando uma ferramenta simples como email, sites e comunidades virtuais.


Confira a seguir uma lista de alguns estilos de música eletrônica mais populares e uma breve descrição sobre cada um deles. Perceba que as vertentes estão sempre em mutação, dessa forma, é interessante buscar outras fontes, como produtores, para perceber e entender a sutileza de cada som:

Ambient Music:
Seu crescimento acontece no início dos anos 90, mas suas origens remetem a Brian Eno, nos anos 70, com sua música minimalista. Música basicamente de texturas, sem batidas, com notas longas e etéreas, melodia lenta (quando aparece algum ritmo está ‘desaceleradíssimo’), não voltada para as pistas. Usada em situações chill out, relaxamento. Uma das características desse estilo é, às vezes, a citação de sons do ambiente (vento, mar, barulhos caseiros, vozes...). Há o Illbient que é a versão dark, negra, sombria, da Ambient Music. O Illbient tem como local de referência Nova York e como principal expoente o dj Spooky.

Big Beat:
Acelerando as batidas quebradas do hip hop e as vezes fundindo com as do funk, esse estilo pode incluir distorções de riffs de guitarras. É o som mais acessível da eletrônica e se assemelha ao rock.

Chill Out:
Relaxamento e reflexão. Ambiente com música menos acelerada, um pós-agitação das pistas de dança. Pode ser na casa de amigos.

Dub:
Originado das experiências dos negros da Jamaica, ainda nos anos 60, tendo a frente o produtor Lee Perry, que destaca a montagem e a técnica como fundamentais para o resultado da música. É a tecnologia definindo a estética. O Dub eletrônico utiliza timbres do Reggae, com batidas lentas, reverberadas e efeitos etéreos. O delay (distorção que faz com que o som ganhe uma textura de espacialidade, de trimidensionalidade) é um elemento importante do Dub eletrônico. Pode ter vocal.

Gabba:
É o estilo mais hardcore (pesado e rápido) da eletrônica. Baseado na batida house e techno, o Gabba chega a 300, 400 bpm’s.

House:
Nascida em Chicago (EUA), em 1986, esse estilo saiu da fusão, por parte do dj Frankie Knuckles, de elementos da soul music com a disco e batidas das baterias eletrônicas. Daí, surgem sub-gêneros como o Garage (com bastante vocal gospel), e o Deep House (o sub-gênero mais elegante do House, com linhas melódicas, melancólicas e minimalistas acima das batidas), o Jazzy House (batidas com um instrumento solo - quase sempre um sax virtuoso -), dentre outros (Acid House, Disco House, Tribal House, French House). 110 a 128 bpms.

Jungle/Drum’n bass:
Saído dos guetos negros de Londres, em 1992, esse estilo associa os baixos do reggae, com as batidas do hip hop, e às vezes funk, com o jazz. O Drum’n bass, menos pesado, mistura as linhas de baixos a uma temática mais jazzy, menos quebrada, com vocais minimalistas. Em torno de 160 bpms.

Live P A (Live Power Amplification):
É a performance, a apresentação ao vivo, do grupo ou de músico eletrônico em clubes, festas e raves.

Techouse:
Sobreposição da batida techno sobre a house. Vertente nascida recentemente (1997). Do house, conserva, às vezes, curtas linhas melódias e a batida com hithat e claps (pratos e aplausos); do techno conserva as batidas 4 por 4. Por volta de 130 bpms.

Techno:
Originado em Detroit (EUA), no início dos anos 80. Derrick May, Kevin Saunderson e Juan Atkins fazem uma fusão entre o som de Kraftwerk e batidas funks de George Clinton. O resultado é uma batida seca, repetitiva, 4 por 4, sem vocais. O Kraftwerk é considerado um grupo Prototechno, por ser referência à produção da Techno Music. 130 a 140 bpms.

Trance:
Criado na Alemanha, já é uma derivação do techno. Texturas se sobrepõem às batidas e o baixo tem timbre bastante sintetizado e menos seco. Som viajante. O hard trance acelera as batidas para 150 bpm e o psytrance (em torno de 138/145 bpms) aumenta as camadas de texturas e efeitos sonoros e mistura com trechos de sons étnicos indianos. Pode usar grooves, as levadas do house ou do techno.


Trip Hop:
É o blues do techno. Melodias triste, com batidas desaceleradas, geralmente cantadas. A base é o hip hop, só que com efeitos lisérgicos e as vezes até de distorção. A voz, masculina ou feminina, pode ser processada por filtros e parecer mecanizada. Sua origem é Bristol (Reino Unido) em 1991. Em torno de 65 a 85 bpms.

Techno pop / Dance:
Som baseado nos anos 80 e que teve como expoente o Depeche Mode e o New Order. Música com letras (início, meio, fim e refrão), numa referência à canção tradicional. É pop, com teclados que produzem muita melodia, mas a batida é bastante dançante.


Texto por Michel Leão & Equipe Psyte
www.psyte.com.br
Imagens por Cintia Silva

Maio 24, 2009

BIOGRAFIA: JANIS JOPLIN



Janis Joplin teve uma carreira apaixonada e rápida, interrompida por sua morte aos 27 anos. Nascida no Texas em janeiro de 1943, cresceu ouvindo Bessie Smith e Leadbelly e começou a cantar country e blues na década de 60.

Foi por volta de 1966 que tornou-se vocalista de uma banda, Big Brother and the Holding Company, formada por Sam Andrew e James Gurley comandando as guitarras, Pete Albin no baixo e David Getz na bateria. A banda assinou um contrato com a Mainstream Records.

No festival de Monterrey de 1967 a atuação de Janis Joplin contagiou a platéia, principalmente por sua versão de “Summer Time”. Além do enorme sucesso, essa apresentação rendeu ainda a entrada numa gravadora maior, a Columbia Records.

A crítica também ficou impressionada com aquela voz rouca e a performance sensual da moça, que cantava blues com nenhuma cantora branca havia feito até então. No ano seguinte a banda lançou o álbum “Cheap Thrills”, que foi um recorde de vendas.

Janis Joplin iniciou sua carreira solo em 1969. A rapidez com que ficou famosa talvez tenha sido um tanto violenta para uma personalidade tão instável. Janis passava da euforia ao desespero, bebia demais e usava heroína. Chegou a ser processada por dizer palavrões em um de seus shows.

Em 1970 veio o “Pearl” (seu apelido entre os amigos). Dias depois das gravações, Janis foi encontrada morta, num quarto de hotel em Hollywood, devido a uma overdose de heroína. Pearl saiu com duas faixas a menos que o previsto, foram lançados vários álbuns póstumos (coletâneas) e em 1973 foi gravado um documentário, intitulado simplesmente Janis.

Em 2003, ano em que Janis Joplin completaria 60 anos, chega às lojas a coletânea “Essential Janis Joplin” e estréia o musical “Love, Janis”, supervisionado pela irmã Laura Joplin.

Um filme sobre a trajetória da cantora começou a ser rodado em 2005 e deve contar com a participação da atriz Reneé Zellweger no papel principal. O longa, intitulado “Piece Of My Heart”, contará a trajetória musical de Janis Joplin.



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Malabares !!!



Que todo mundo tem uma “criança interior” a gente já sabe, mas… Quando foi a última vez que você deixou o seu espírito de criança falar mais alto? Tá certo que não dá pra ser assim o tempo todo, mas tirar um tempinho pra relembrar as brincadeiras, a roupa suja de terra e as macaquices (que muitas vezes terminavam em choro e joelho ralado) traz boas risadas, uma saudade danada e ainda faz bem pra saúde. E tem lugar melhor pra fazer isso do que numa rave, brincando com malabares?

O malabarismo, brincadeira típica das raves, auxilia na coordenação motora, na visão periférica, nos reflexos, no equilíbrio, além de muitos outros benefícios, sem contar na lição importante que o malabarismo dá, a da persistência. No meu caso com o Swing Poi, por exemplo, foram (e ainda são) meses levando várias pancadas nos olhos, no estômago, nas orelhas… Haja persistência!!

Swing Poi, Flag, Butterfly e Diabolo são alguns dos malabares mais comuns nas festas, mas a variedade é bem grande, incluindo a pirofagia (malabarismo com fogo).

Essa é uma arte já muito antiga. Os primeiros registros foram pinturas em túmulos egípcios que datam de 4000 a.C. Outro registro histórico, este bastante conhecido, é o dos famosos bobos da corte que faziam malabarismos para divertir a reis e imperadores.

Essa arte continua sendo cultivada e a cada dia junta mais e mais adeptos, seja por esporte ou simplesmente por diversão. Está aí mais uma atividade típica do mundo psicodélico: uma forma de expressão corporal que mistura arte, teatro, dança, música e ainda traz bem-estar físico e mental.

E aí, que tipo de malabares você curte?




No que você pensa quando está numa rave?




Ouça!

Finja que não tem ninguém por perto, feche os olhos. Coloque um óculos escuro, eles podem lhe passar alguma segurança. E preste atenção no ritmo, no número de batidas, nas sensações que são despertadas a cada nota daquela melodia única. Com seus pés no chão, em momentos alternados, feche bem os olhos. Tente perceber coisas novas, tente se conectar com o ambiente que o cerca. Curta esse momento sozinho, não permita que ninguém lhe interrompa. Faça uma calma viagem pelos seus sentimentos mais profundos, perceba sutilezas e estímulos que nunca havia notado, deixe que o subconsciente desperte e aflore.


Sinta!

Descubra-se um pouco, entenda seu lugar no mundo. Note ao seu redor pessoas emanando boas vibrações e encha-se de luz, de paz e de euforia. Distribua boas vibrações. Recolha pequenos momentos e imortalize-os em seus pensamentos para que possa rever depois. Cruze os olhos e vá além do horizonte, buscando luz, buscando paz. Note a beleza da natureza, e toda sua sabedoria. Idolatre os raios de sol, as gotas da chuva, o ar que respira. Centralize seus pensamentos em tudo que houver de mais natural e belo ao seu redor. Sinta a luz.


Vibre!

Deixe que um pouco dessa emoção seja estravazada por ti, deixe que suas emoções controlem seu ritmo, seus passos. Sinta um arrepio ao passar suavemente uma de suas mãos por todo comprimento do seu braço e note o quanto isso pode ser relaxante. Sente-se, deite-se no chão. Faça o que tiver vontade nesse momento, ele é seu. Porém, não esqueça de comemorar. Você é um ser vivo, que raciocina e se emociona, que tem em sua volta muitas belezas naturais. Você é, definitivamente, uma pessoa de sorte.


Aprenda!

Cada experiência que vivemos vai nos levar mais adiante na busca pela luz. Não tenha medo de errar, não tema e não crie expectativas para quando acertar. Cada passo que damos nos traz novas compreensões, novas dimensões, novos ideais. Compartilhe o que aprender com o próximo, converse, troque idéias. E não tenha medo de aprender um pouco mais amanhã. Cabe a você saber exatamente o que é bom e o que é ruim para sua vida, tenha certeza ao fazer escolhas e prepare-se para o que vier. A nossa jornada está longe do fim.

Liberte-se!

Esse é um momento seu. Deixe a mente livre para criar, questionar, sentir, opinar. Feche os olhos e faça tudo outra vez.

Sempre na Vibe!


Post retirado do site Psicodelia.org, escrito por Rafael R (mais textos dele em Justplay.Info).

XXXPerience Costa do Sauípe 2009 - > 02 a 05 de Julho






















EM BREVE!!

Sejam bem vindos(as) a XXXPERIENCE , experimente a vida!

Data: 02 a 05 de Julho em Costa do Sauípe-BA


WARM-UP PARTY
QUINTA | 02.julho.2009 | 22H00 | Vila Nova (Coreto)
22:00 – BLACK & DECKER
00:00 – JOÃO LOOP
01:30 – FRANK CK
03:30 – FLOW & ZEO

POOL PARTY
SEXTA | 03.julho.2009 | 14H00 | Piscina
14:00 – FRANK CK
16:00 – PAULO JARDIM
18:00 – ANDRÉ PULSE
20:00 – GAZ JAMES
22:00 – FELGUK LIVE + DJ SET
00:00 – FLOW & ZEO
02:30 – GABE LIVE
03:30 – TIM HEALEY
06:00 – UNDER CONSTRUCTION

BEACH PARTY
SÁBADO | 04.julho.2009 | 16H00 | Praia dos Coqueirais
16:00 – BLACK & DECKER
18:00 – MUSH
19:30 – RICA AMARAL x FEIO
21:30 – WRECKED MACHINES LIVE
22:30 – PROPULSE
23:30 – DAVID AMO & JULIO NAVAS
02:30 – JOHN ACQUAVIVA
05:30 – D-NOX

Data: 05/07/2008

Line Up:

21h00 Nazca
23h30 Feio
01h00 Wrecked Machines (live)
02h00 Eskimo (live)
03h00 Rica Amaral
04h30 Ticon (live)
06h00 Gaz James
07h30 Gabe (live)
08h30 Corejoy (live)




Maiores Informações:

http://www.xxxperience.com.br

Reservas:

http://www.essentialtour.com.br/



Concurso Multicultural Tribaltech 2009











A Tribaltech, um dos maiores festivais de música eletrônica do país, apresenta na edição deste ano, que acontecerá no dia 22 de agosto em Curitiba, um novo formato onde diversidade e diversão compõem os sets da vez.

Entre as novidades está o primeiro Concurso Multicultural, que abre espaço para novos produtores de diferentes tipos de arte. Músicos, DJs, produtores e cineastas/videomakers de todo o país poderão divulgar seus trabalhos dentro do festival. Nesta primeira versão serão selecionados 5 artistas, um para cada espaço do evento – House, Underground, Psytrance, Bandas/Compositores e Audiovisual – que integrarão (com todas as despesas pagas e mais algumas regalias) a programação do Festival Multicultural Tribaltech 2009.

As inscrições já estão abertas e vão até Junho. Para saber mais sobre o concurso e inscrever-se, acesse o site , leia o regulamento e baixe a ficha de inscrição.

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