Ponto Turístico - Vale do Capão - Chapada Diamantina - Ba

Mundo mágico harmoniza homem e natureza.





A primeira impressão que se tem do Vale do Capão é a de um lugar saído de um conto de fadas, onde duendes e gnomos se misturam a privilegiados mortais em busca do nirvana


O nome original é Caeté-Açu, que significa "grande mata". Para a comunidade alternativa que trocou o stress urbano pela tranqüilidade do campo, o Vale do Capão representa uma opção de vida saudável em um santuário ecológico, onde a busca pela qualidade esta presente nos mínimos detalhes: na alimentação natural e nos muitos processos de cura através de tratamentos com medicina holística à base de ervas e plantas medicinais, sauna indígena, banhos e massagens shiatsu e ayurvética.


Duas comunidades, a Lothlorien e a Fazenda Riachinho, destacam-se na influência da saudável mudança de hábitos. Hoje, ao chegar à vila, encontra-se uma comunidade completamente afinada com técnicas e atividades voltadas para o processo de auto-conhecimento, naturismo e espiritualidade com foco na saúde, na cura e no crescimento espiritual, além de todo um comportamento voltado para o respeito e preservação da natureza.


A comida caseira feita no fogão à lenha é um atrativo a mais para os apreciadores do godó de banana com galinha caipira e cortado de palma, pratos típicos da região. As novidades da cozinha natural como o pastel de palmito de jaca e a eco-pizza vegetariana já fazem parte da culinária local. Tudo feito com hortaliças do vale (sem agrotóxicos), ingredientes integrais de baixo teor calórico e alto teor energético. A produção de mel Flor Nativa (premiado nacionalmente) agrega-se a outros produtos da região, como os travesseiros de macela, as ervas medicinais e xampus caseiros à base de mel e própolis




HISTÓRIA DA CIDADE




A diferença do Capão para os outros locais da Chapada Diamantina está no conceito que foi desenvolvido há mais de 20 anos. O lugarejo já teve o garimpo como sua principal atividade, assim como o restante da Chapada. Os garimpeiros se aventuravam pelas serras, riachos, rios e tocas à procura de diamantes. Com a chegada dos alternativos, ainda embalados pelo sonho dos anos 70, a vida no Capão mudou completamente.
Ao contrário dos garimpeiros, que buscavam a concentração de riquezas, as comunidades alternativas não queriam extrair nada do lugar, e sim somar. Vale do Capão pertence ao Município de Palmeiras.


Além de um contato intenso com a natureza, quem conhece o Vale do Capão, não deixa de se encantar com a simplicidade e a autenticidade dos seus habitantes, do seu coral, da sua escola de circo, da sua feira, do forró na vila e das suas belezas naturais. Não por acaso, várias comunidades alternativas se instalaram no Vale nos últimos anos, atraindo gente de todo o mundo, pessoas interessadas em conviver harmoniosamente com a natureza e com o seu próximo.




Cachoeira do Riachinho, no Vale do Capão.



No centro da Bahia, a natureza esculpiu um dos recantos mais belos do planeta. São cânions, cachoeiras, riachos, corredeiras, grutas, cavernas e vales espalhados numa área de 153 mil hectares. Um cenário que deslumbra milhares de visitantes de todas as partes do mundo. O Vale do Capão é formado por montanhas que fazem parte do Parque e, desta forma, nasce uma comunidade que, isolada pela natureza do lugar, é o melhor ponto de partida para quem quer conhecer as belezas e os segredos da região. Daqui partem as trilhas para paisagens inacreditáveis, como a lendária Cachoeira da Fumaça, o Vale do Patí, o Gerais do Vieira, Morrão, Águas Claras e Lençóis.


O lugar detém famosíssimos paraísos ecológicos, como o Silêncio dos Gerais, a correnteza do Rio Preto, o imponente Morrão e o abismo onde caem as águas da Cachoeira da Fumaça – a mais alta do Brasil. Um dos passeios mais cogitados entre os visitantes é o ecoturismo, garantido pelas belezas que acompanham as famosas caminhadas. Elas podem ser feitas por trilhas mais longas, como a que segue do Vale até Lençóis, ou as mais curtas, a exemplo das que ligam pontos turísticos e algumas comunidades.




Fumaça por Baixo




Cachoeira da Fumaça



Um dos maiores atrativos da Chapada Diamantina, essa cachoeira ganhou esse nome pela aparência causada pela fina névoa formada pela ação do vento que ao atingir a queda faz levantar a água e trazê-la de volta antes de chegar ao chão ha 320 metros. Esse espetáculo delirante visto de longe parece fumaça.



O caminho para o topo da serra é sempre contado com muito entusiasmo pelos que lá passam . A subida de 1 hora torna-se prazerosa pela inteira vista do Vale do Capão durante quase toda o percurso. Depois da subida, o resto da trilha (mais 40 min.) é feita em um gerais repleto de variedades de flores.


Depois de se refrescar no rio que corta a trilha e forma a cachoeira, deparamos com o grande espetáculo da queda d'agua e do grandioso canion que a acompanha, algo totalmente inesquecível e que faz milhares de pessoas de todo o mundo visitá-la e nunca esquecê-la.




Fumaça por Cima




Rio Preto e Rodas


Caminhada de 1 hora e 30 min. até a cachoeira do Rio Preto retornando pela cachoeira das Rodas. Uma das trilhas mais visitadas pelos moradores do vale por ter um percurso muito agradável e por suas cachoeiras serem ótimas para tomar banho. No Rio Preto encontramos uma queda d´agua de 4 metros e uma piscina natural de cor escura-avermelhada com quase 50 metros de extensão. Já na Rodas, encontramos uma seqüência de quedas d´agua e pequenas piscinas que formam uma grande cachoeira pouco inclinada e longa.


Rio Preto




Rodas





Morrão e Águas Claras



Caminhada de 3 horas para o Morrão. Outro fantástico atrativo do Vale do Capão. A maior parte da trilha é feita no plano, caminhando nos campos gerais do Morrão. A subida ao topo do morro é bastante inclinada exigindo maior esforço físico que logo é recompensado pela deslumbrante vista das serras da chapada e pelos jardins de bromélias nativas que lá vivem.




Aguas Claras


Vista do Morrão





Gerais do Vieira


Caminhada de 3 horas por toda a extensão do Vale do Capão até o Gerais do Vieira. Uma ótima trilha para ver o outro lado do Vale do Capão que tem as suas "paredes" ou serras bastante próximas; subindo uma dessas serras nos deparamos com o Gerais do Vieira, uma região alta e relativamente plana cercada de serras pontiagudas, cheia de rios e com vista para o Vale do Paty de um lado e o Vale do Capão do outro. Uma trilha imperdível!




Gerais





Poço do Gavião



Caminhada de 2 horas até o Poço do Gavião. Atravessamos a Serra do Candombá do lado oeste do Vale do Capão, com vistas esplêndidas do Morrão e da Serra da Larguinha, onde fica a Cachoeira da Fumaça. Após a subida, a maior parte da trilha é feita no plano por cima da serra, onde encontramos diversas espécies de orquídeas, bromélias e várias outras plantas nativas da região como o candombá. Logo nos deparamos com o Poço do Gavião com mais de 100 metros de extensão e pequenas quedas d´agua, que, como a maioria dos rios da região, possui água limpa e de cor escura-avermelhada.







Poço do Gavião





Angélicas e Purificação


Caminhada de 3 horas por toda a extensão do Vale do Capão até a Cachoeira da Purificação. A maior parte da trilha é feita no interior do Vale do Capão, subindo por uma trilha nas margens do rio até a Cachoeira da Angélica seguindo até a Cachoeira da Purificação.




Purificação




Riachinho


Caminhada de 1 hora para a Cachoeira do Riachinho. Trilha de acesso bastante fácil, e uma cachoeira de quase 10 metros que forma um poço perfeito para banho e relaxamento.




Riachinho


Vale do Pati é o ´Caminho de Santiago´ tupiniquim


Trilha das mais conhecidas no circuito do trekking nacional, na Chapada Diamantina, a trilha do Vale do Pati é um mergulho de seis dias no sertão da Bahia.

Saindo do Vale do Capão pela Vila do Bomba e `camelando` até Andaraí, são aproximadamente 80km conforme a própria placa do parque assinala. È uma trilha radical que exige muito preparo e resistência.




Vale do Pati



O caminho serpenteia pela Serra do Sincorá, por altitudes que oscilam entre 400 e 1.400m. Atravessa campos de altitude e sobe e desce os vales dos rios Ancorados e Lapinha. Durante a travessia, existem caminhadas com piques de 20 km diários por subidas e descidas muito íngremes.



Qualquer vacilo é fatal. Não é por acaso que uma das trilhas do caminho leva o sugestivo nome de `Rala Bunda`. É uma trilha ótima para você pensar na vida e colocar as idéias no lugar, além de deixar o corpo bastante em forma.



Não existe pneuzinho ou gordurinha localizada que fique impune depois de uma aventura pelo Vale do Pati. Mesmo com a farta comida caseira regional servida nos `pousos` do meio do caminho.



Esta é outra característica muito legal do roteiro: o fato de ficar hospedado e fazer as refeições em casa de moradores locais. Na região vivem cerca de 30 famílias que ainda plantam seu roçadinho e tiram alguns trocados com o ecoturismo.



A sensação de isolamento experimentada por quem está na trilha é impressionante. Apesar da proximidade de Lençóis e Andaraí, a gente passa seis dias isolados do mundo. Durante o caminho todo não existe energia elétrica, nem TV, nem rádio. Também não passa nenhum veículo para fazer fumaça e barulho. A diversão do povo depois da janta é jogar dominó debaixo do lampião.



Do ponto de vista físico, é uma trilha para se fazer com um pé atrás. As longas subidas e, principalmente, descidas, exigem muito das articulações. Joelhos problemáticos ou sensíveis tendem a não agüentar a barra.



Todo esse isolamento e dificuldades só devem entusiasmar o turista que curte trilhas, pois acaba conservando muito bem uma das paisagens mais impressionantes da Chapada Diamantina e seu exuberante patrimônio natural.



Além disso, é uma trilha de considerável grau de desgaste físico.Uma semana no Vale do Pati vale por várias semanas daquelas dietas malucas feitas nos SPAS das grandes cidades.E a experiência vivida nesses seis dias de trilha não tem preço.

Pati




Retirado do site Pé no mato






8 comentários:

Ana Tapadas disse...

Que lugar magnífico!
bj

Gal Rocha disse...

Pelo amor de Deussssssssssss... Que belezura!!! Fui a muitos passeio nessa região com e meu o filhote dessa encarnação, Xande. Mas nunca entrei com ele, nem sem ele, pelo Vale do Pati. Sei que ele é um fã incondicional do Vale. PODE CRER QUE ESTAS FOTOS ME ABRIRAM O APETITE!!! Perfeitas as fotografias. Amei!!!
(Sou fotógrafa!)

Cici disse...

Perfeito mesmo Gal ! Sou apaixonada pelo Vale !!!!

Obrigada pela visita !

Marcio disse...

É mesmo uma região mágica, um vale encantado! E o Vale do Pati é uma experiencia inesquecível, Gal, não deixe de fazer!!! Cintia, parabéns pelas fotos!

Abs,

Anônimo disse...

Maravilhoso post. Que fotos!!! Adorei.
http://anabelanacasadavovo.blogspot.com/

Samira disse...

Abril 2004
"Fui...Ví ...vencí !
Atravessei a trilha do Vale do Paty,04 dias e 03 noites,juntamente com minha filha e um ótimo guia ,Jean da empresa Pé no Mato
Foram dias maravilhosos em contato com a natureza mãe e continuo deslumbrada, principalmente por enfrentar um grande desafio aos meus 62 anos
Quase ninguém acreditava !
Samira

Luz! disse...

Só podia ser na minha BAHIA msm... o único perigo pra quem vai pro Capão... é: NÃO QUERER VOLTAR!!! DANGER RSRSRS... mas é um lugar perfeito vou des de meus 9 anos ... muitro lindo msm!!! vale a pena RECOMENDO!!

Carlos Alberto Carvalhido de Souza disse...

Lindo post! adorei! Parabéns!
veja um pouco mais sobre a chapada em meu blog.
http://vila-de-igatu-chapada-diamantina.blogspot.com.br

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